Abrigamento compulsório de menores é considerado um exemplo da boa recuperação
G1Medida, que vem tirando usuários de drogas das ruas, completa seis meses nesta quarta-feira
RIO - Cinco meses atrás, J., de 16 anos, dormia nas ruas da Favela da Mandela, uma das comunidades mais pobres do Rio, no Complexo de Manguinhos. Viciado em crack e subnutrido, ele trocava a comida pela droga e roubava para sustentar o vício. Hoje, o adolescente frequenta oficinas educativas, pratica esportes e alimenta o sonho de ser marinheiro. O motivo de tamanha mudança ele não hesita em afirmar: o abrigamento num centro de reabilitação público. J. foi um dos primeiros atingidos pela polêmica medida da prefeitura do Rio que determina o abrigamento compulsório de menores dependentes químicos, que completa seis meses nesta quarta-feira. E é considerado um exemplo da boa recuperação que está tendo a maioria das 104 crianças e adolescentes abrigadas compulsoriamente até agora pela Secretaria municipal de Assistência Social (Smas). Pouco tempo depois de ser acolhido numa operação em Manguinhos, ele reencontrou a mãe, que não via há seis anos, e começou a ser reinserido na família e na sociedade.
Como lidar com a fissura do cigarro
Chris Bertelli, iG Saúde
"Vontade é uma coisa que dá e passa.” A frase, utilizada desde os
tempos da vovó, pode ser um alento para quem está tentando parar de
fumar. Resistir ao ímpeto de levar um cigarro à boca, no entanto, não é
tarefa fácil. “A pessoa precisa saber o que vai enfrentar: as crises de
abstinência. Vai ter desejo, perder concentração, ficar mais irritada,
pode acontecer de engordar. Mas é importante entender que essa fase
passa e que a primeira semana é a mais difícil. Mas essa vontade vai
diminuindo”, afirma Ciro Kirchenchtejn, pneumologista coordenador do
centro de tratamentos para dependentes da nicotina HelpFumo.
Fumar Maconha Encolhe O Cérebro
11 nov 2011 – O consumo de maconha pode levar a uma perda de volume cerebral em indivíduos em risco de desenvolver esquizofrenia, mostra nova pesquisa.
"Já é aceito pela maioria dos psiquiatras que fumar maconha aumenta o risco de psicose no indivíduo, e mais especificamente a esquizofrenia", disse o autor Killian A. Welch, MD, da Universidade de Edimburgo, Royal Edinburgh Hospital, Reino Unido, ao Medscape Medical News .
No entanto, o risco associado com o uso da droga não parece ser distribuído de forma igual entre a população, acrescentou o Dr. Welch.
"Pessoas com histórico familiar de esquizofrenia são particularmente vulneráveis aos efeitos psicotomiméticos da droga, e têm uma probabilidade de risco mais elevado de desenvolver esquizofrenia, particularmente se consumirem cannabis", disse ele. "No entanto, ainda não está claro como a cannabis afeta o cérebro para resultar no aumento do risco."
O estudo foi publicado na edição de novembro do British Journal of Psychiatry.
Redução de Volume altamente significativos
Fonte: http://www.uniad.org.br/
Dr Eli faz uma matéria sobre o Sócrates.
ResponderExcluirJoaquim Farias Filho (JUNIOR)