quarta-feira, 21 de julho de 2010

Livro Decimo Terceiro Passo







O livro Decimo Terceiro Passo, destina-se a dependentes químicos e codependentes e abordará questões relativas ao pós tratamento, prevenção de recaídas e uma série instrumentos para a manutenção da abstinência e a socialização de um modo geral com vistas a uma vida saudável e ideal em detrimento das necessidades.










Uma abordagem clara, para o dependente quimico, a família e quem esteja envolvido com
o tratamento de um modo geral

                               parte integrante do texto do livro Décimo Terceiro Passo

O livro está no prelo...


 Overdose 
Super dose, dose excessiva ou overdose são termos utilizados cientificamente para denominar a exposição do organismo a grandes doses de uma substância química, seja ela um medicamento, uma droga ou outra substância qualquer. Popularmente, o termo overdose é utilizado para denominar a exposição aguda a doses excessivas de uma droga de abuso, ocorrendo ou não a intoxicação, isto é, havendo ou não sinais e sintomas clínicos que debilitam o organismo, provocando a falência de órgãos vitais como coração e pulmões.

(Foto: Autor desconhecido. Se alguém souber por favor me informe para colocar o crédito)  

O corpo humano tem limites. Quando determinadas substâncias são ingeridas em quantidades que ultrapassam esses limites más reações podem ser desencadeadas. Em caso de overdose, uma das coisas que não se deve fazer é provocar vômitos, pois isso pode ser muito prejudicial. Os sintomas da overdose geralmente são: problemas respiratórios e perda de consciência. A overdose é fatal em vários casos e uma das principais causas de morte dos dependentes químicos.
A intoxicação consiste em uma série de efeitos sintomáticos produzidos quando uma substância tóxica é ingerida ou entra em contacto com a pele, olhos ou membranas mucosas.

Praticamente qualquer substância, se ingerida em grandes quantidades, pode ser tóxica. Porém, entre os mais de 12 milhões de produtos químicos conhecidos, menos de 3.000 causam a maior parte das intoxicações. Os idosos e as crianças são particularmente vulneráveis à intoxicação acidental.
Os sintomas de intoxicação dependem do produto, da quantidade ingerida e de certas características físicas da pessoa que o ingeriu. Algumas substâncias não são muito potentes e exigem uma exposição contínua para que ocorram problemas. Outros produtos são mais tóxicos e basta uma gota sobre a pele para causar graves problemas.
O tratamento mais comum para os casos de ingestão acidental de substâncias tóxicas consiste em ministrar grandes doses de carvão activado ao paciente, pois esse produto tem a capacidade de absorver os elementos tóxicos que se encontram em suspensão em seu aparelho digestivo.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Intoxicos



Veja o custo das drogas para a sociedade


Nos últimos seis anos, o Brasil gastou mais de 700 milhões de reais no tratamento de dependentes de álcool, cigarro e drogas ilícitas. Este número representa apenas os custos com internações nos hospitais públicos e a medicação aplicada nos pacientes viciados.

A cifra pode ultrapassar um bilhão de reais, quando somados os gastos com as constantes campanhas antidrogas do governo e as atividades das polícias civis e militares no combate à disseminação do tráfico neste mesmo período.

O alcoolismo é considerado uma das doenças que mais atingem os brasileiros, estando em 4º lugar na lista de doenças que mais incapacitam os trabalhadores, segundo relatório da Previdência Social. Em 1996, o SUS (Sistema Único de Saúde) registrou o número mais alto de casos de cirrose hepática no país, doença causada pelo consumo abusivo de bebidas alcoólicas, estando entre as sete principais causas de morte em pessoas acima de 15 anos. O que mais alarmou as autoridades médicas brasileiras foi o número de jovens internados, em estado grave, por causa da bebida: 39.255, sendo que 3.626 destes doentes morreram.

Segundo o Ministério da Saúde, os transtornos mentais causados pelo abuso de drogas são a segunda causa de internações nos centros psiquiátricos públicos e, nos últimos três anos, também se tornaram uns dos cinco principais tratamentos mais procurados nos hospitais convencionais da rede SUS.

Um estudo, realizado pelo governo desde 1993, aponta que o número de internações por distúrbios mentais associados ao consumo de drogas dobrou: em 1993 o governo registrou 5.429 pacientes internados e em 1999 este número passou dos 11 mil. Só no último ano, o Brasil gastou mais de US$ 3 milhões exclusivamente com este problema. Se comparado com o começo da década, o valor gasto triplicou. Em 1993, quando o governo começou a divulgar estes dados, o dinheiro dedicado ficou por volta de US$ 900 mil.

Os problemas causados por fumo também merecem destaque nesta contagem. Segundo dados do Ministério da Saúde, o cigarro é responsável por 85% dos casos de aposentadoria por invalidez no trabalho, 30% dos casos de câncer, 25% dos casos de angina e 25% das doenças cérebro-vasculares. Até hoje o SUS gastou R$ 925.276.196 com o tratamento destes males.


MAIS NOTÍCIAS DE ABC DA SAÚDE »

Redação Terra