quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Como trabalhar com os 12 Passos usando ferramentas da Psicologia








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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Reportagem em 29 de janeiro de 2013
Siga o link

http://www.youtube.com/watch?v=sQF2edD4vEs



MAIORIDADE PENAL

É sim uma questão bastante polemica e há os prós e contras e alguém pode culpar os efeitos das drogas aos atos de atrocidades praticados pelos adolescentes. Quando matam, ai todas diversas ponderações se abrem em leque, um exemplo é o assassinato do jovem na saída escola por um adolescente, pois de mais um inocente cidadão, foi-lhe tirado a simples liberdade de viver.
Mas será preciso mais alguém morrer para que os processos de avanços na justiça aconteçam?
Ou quantos cidadãos de bem ainda terão uma arma apontada para sua cabeça, mesmo que não dispare, mas fique meses com os efeitos do estresse pós trauma, comprometendo até o seu convívio profissional e familiar, ou seja adoecendo? Ficamos divididos entre reduzir a maioridade penal ou não.
O fato é que os adolescentes na maioria das vezes são reincidentes até aproximar-se dos 18 anos, pois se tornam diante da lei capazes de pagarem pelos seus atos insanos. Digo isso porque trabalho com adolescentes infratores em MSE (medida sócio-educativa) e em LA (liberdade assistida). O jargão usado é um só...”Não dá nada!”, “Não pega nada!”, “Roubei porque queria comprar umas coisas para mim!”. Enfim a cultura da violência está instalada.
Talvez, ao reduzir a maioridade penal, essa garantia de impunidade na qual eles investem, possa descer a patamares mais abaixo e teremos adolescentes menos poderosos e menos preparados para o crime. Daí fazer uma intervenção em outras instancias, médicas, psicológicas, sociais, para salvá-los. Enfim não é o fato de simplesmente mexer com a maioridade penal, mas desenvolver abordagens para contemplá-los. Pois eles precisam de ajuda, já que ou irão para a cadeia ou para o cemitério.

Eli Mendes de Moraes
19 de abril de 2013

terça-feira, 6 de novembro de 2012


SUS gasta mais de R$ 300 milhões no tratamento de doenças causadas pelo tabagismo  

Pacientes na faixa dos 35 aos 60 anos de idade são responsáveis pelos maiores custos
A rede pública de saúde gasta mais de R$ 300 milhões por ano em tratamentos de doenças relacionadas ao tabagismo. Um estudo da pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Márcia Pinto mostra que além dos gastos do sistema de saúde, há também gastos previdenciários.

Grande parte das pessoas que têm doenças causadas pelo fumo estão em idade economicamente ativa, mas algumas delas estão impossibilitadas de trabalhar por consequência das doenças.

— Quem tem uma doença causada pelo tabagismo, como câncer de pulmão, às vezes está inabilitada para o trabalho ou aposentado precocemente e o governo tem que pagar essa aposentadoria. A carga econômica do tabagismo para o Sistema Único de Saúde (SUS) é muito alta — explicou.

De acordo com o estudo de Márcia, os pacientes na faixa dos 35 a 60 anos de idade foram os responsáveis pelos maiores custos. "Justamente na idade produtiva", disse.

A pesquisadora sugeriu medidas que devem ser tomadas pelo governo para diminuir os custos com doenças causadas pelo tabagismo. Entre elas está o aumento do preço do cigarro, que, segundo a pesquisadora, é um dos menores do mundo.

Outra sugestão foi aumentar o número de locais fechados nos quais não se pode fumar "para proteger os fumantes passivos". Por fim, ela sugeriu um maior número de ações educativas de prevenção.
Fonte: Agencia Brasil



Quando tomamos conhecimento dos dados em valores, fica bem evidente a monta de prejuízo à saúde, atribuídos ao consumo de tabaco.